Palavras de
um pequenino
Neste mês de junho minha igreja
estará orando pelas famílias. Para abrir o novo ciclo de experiências,
despertamos com o nosso filho de cinco anos relatando o sonho que havia tido
com todas as pessoas da nossa casa. A sirene espiritual foi ligada em alto
volume e logo tratamos de nos reunir na noite seguinte para orarmos juntos. Era
preciso que nos reservássemos à parte, como Jesus fazia com seus discípulos. A
cada história lida, um segredo do Senhor aos nossos corações. Eram mananciais
de águas vivas, totalmente disponíveis. Não podíamos cavar em nossa
acelerada rotina cisternas rotas que não retesem tais águas. Caso contrário, correríamos
o risco de ouvir do Senhor a palavra que Jeremias usou para repreender
Jerusalém por sua rebelião: Acaso é
Israel um servo? Ou um escravo nascido em casa? Por que, pois, veio a ser
presa? Vigilância. Eis a palavra desta última hora. Nossa responsabilidade
como pais, não consta somente em falar da palavra ao caminho e atá-las ao pescoço
de nossos filhos para que a levem consigo. Mas principalmente zelar por esta herança,
transmitindo-a todos os dias em experiências pessoais. Jesus está vivo e quer
se revelar a cada um hoje! Ensinemos aos nossos filhos acerca do temor a Deus para
que depois não amarguemos as algemas...
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